sexta-feira, 21 de março de 2008

Cristo é a nossa Páscoa!

A páscoa cristã e judaica tem basicamente o mesmo significado: “livramento, libertação” pelo poder de Deus, da morte e do pecado. A páscoa judaica preanuncia a cristã. Em 1500 a.C., após 430 anos de escravidão no Egito, Deus atende ao clamor do seu povo envia 10 pragas, sendo a última a mais dura: “a morte dos primogênitos”. Em Êxodo 11 e 12 temos a narrativa deste evento e a conseqüente instituição da páscoa. Mas Deus livrou os que lhe pertenciam.
Condições para se estar livres do anjo da morte:

1- Estar dentro da Casa: inseridos no Corpo Místico de Cristo – fazer parte da Igreja Universal dos Santos- lembre-se de Noé e sua família que foram salvos porque estavam dentro da Arca. A Arca é Cristo todo inclusivo, nós precisamos estar inseridos na Sua morte e ressurreição afim de vivermos nossa vida dentro do princípio da vida de cruz; para não ser atingido pelo anjo da morte era necessário que se estivesse em família reunida dentro de casa.

2 – Ter o sangue do Cordeiro passado sobre os umbrais das portas: Ter a firme convicção de ter aceito a cobertura do Sangue precioso do Senhor Jesus, que foi derramado na Cruz do calvário. Tê-Lo recebido como Único e Suficiente Salvador e Senhor de nossas vidas. Mesmo se o indivíduo estivesse dentro da casa e não tivesse o Sangue passado nos umbrais das portas, ele não estaria livre da morte. Precisamos repensar com muita seriedade acerca das comemorações paganizadas que invadiram nossas congregações e nossos lares (coelhos/ ovos/ chocolate). Ao ressuscitar, jesus estabelece a nossa 'páscoa', a nossa libertação, o nosso livramento. O sangue de Cristo nos livra da morte e da condenação e nos trás a liberdade para serví-lo em amor.

Robson Pereira

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Bibliografia
ARANTES, Aluísio Souza. A Páscoa do Chocolate (www.ejesus.com.br)

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